A vida imita a arte ou a arte imita a vida? Eis a questão...

Um dia de fúria


William Foster é um "pacato cidadão" vivido por Michael Douglas nesse filme de 1993. O homem de meia idade que está desempregado, arruinado em seu casamento, vivendo com a mãe, cansado de tudo e de todos e que se sente descartado e economicamente inviável para a sociedade surta durante uma parada de trânsito corriqueira; Ele tem uma crise de pânico medonha e abandona o carro aonde está... Dai por diante as coisas só pioram.* (...) O filme é uma critica severa à vários setores da sociedade, põe o dedo em várias feridas abertas, cospe na cara do politicamente correto, aponta o dedo e joga pedra no telhado alheio sem nenhum pudor. "O vilão" estressado, põe as cartas na mesa e questiona o quão sacana é o sistema no qual somos submetidos. (Tão atual que dá até medo!)