Naoufel cresce acreditando que seria um grande musicista e o melhor astronauta que alguém jamais ouviu falar. Ele era uma criança observadora e tímida que vivia numa família metódica e fria. Porém, após um trágico acidente, sua vida muda por completo e seus sonhos também. (...) Paralelo a todas essas transformações do menino em rapaz, acompanhamos atentamente a saga de uma mão decepada que foge de um laboratório/necrotério em busca de seu corpo. Durante todo percurso de volta, a mão nos conta sobre os sentimentos, as memórias e as dores do corpo ao qual pertencia. Como um "grilo falante" ela impõe o ritmo da animação e movimenta o destino para que Naoufel encontre seu grande amor.(...) Perdi meu corpo, nos fala sobre pessoas do dia-a-dia que passam despercebidas aos olhos da multidão. Eu, gostei!*
