A história passeia entre a doença terminal da mãe (Molly Shannon) e as rupturas emocionais do filho. O roteiro vai tecendo cenas com boas doses dramáticas que expõe as dificuldades de aceitação do pai e da fragilidade da família que se vê pouco a pouco perdendo a batalha contra o câncer. Apesar de tudo, o filme busca arriscar no que pode ser mais bonito em momentos de dor, tristeza e solidão, isto é, durante todo processo há esperança, resiliência e a ideia constante de manter o fundamental que é a união familiar sobre tudo, passando o que passar. Eu gostei! (Drama)
